Aqui estamos. Diante de uma família grandiosa em esperança e amor. Quais são nossas perspectivas? Fazer valer o sentido dessa familiarização.
Uma terra totalmente perdida e parcialmente esquecida? Talvez. Talvez para aqueles que vivem em um mundo totalmente fechado e inegavelmente tolo. O esquecimento é conseqüência da falta de zelo, de esperança em algo ou alguém. Não esqueceremos o dia em que numa lista de classe olhamos e vimos nossos nomes. Todos em ordem alfabética, aglomerados entre números de chamada, RG e sobrenomes. Quem éramos nós naquele momento? Seres, às vezes, tristes por deixarem suas turmas primordiais, suas famílias iniciais e suas histórias sentimentais. Indo para onde? Para um novo caminho: desconhecido até então. Confuso. Triste. Misturado. Atravessamos férias interessantes. Aqui chegamos, aqui estamos. Quem são esses colegas que ao nosso lado se sentam, conversam e estudam agora? São os mais novos tripulantes da nave que tem direção à glória do futuro. São desbravadores de terras antes conquistadas e por estes esquecidas.
Lutadores em ringues de espinho, que muitas vezes cortam, machucam, mas que dão uma tremenda lição para a conquista de suas ideias, formação de suas decisões e construção do próprio ‘eu’.
Somos os Atlântidos. Aqui estamos para vivenciar uma diferença, construir nossa história como turma e nossa identidade como família.
Bem-vindos ao segundo ano, à segunda fase desse jogo e à continuação da melhor construção que existe: a família Juarez.